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Motiva reduz emissões em 61% em 2025 e cumpre com oito anos de antecedência meta validada pelo SBTi para 2033

Investimentos em fontes renováveis de energia elétrica e expansão de biocombustíveis impulsionaram agenda de descarbonização da Companhia

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Escrito por Motiva, en 26/02/2026

 Trem moderno de cor turquesa da ViaMobilidade posicionado em trilhos ferroviários sob céu azul.

Desde 2024, rodovias, trilhos e aeroportos são 100% abastecidos exclusivamente por fontes renováveis de energia elétrica, eliminando as emissões de escopo 2. Créditos: Motiva

São Paulo, 26 de fevereiro de 2026 – A Motiva, maior empresa de infraestrutura de mobilidade do Brasil, encerrou o ano de 2025 com redução de 61% de suas emissões de escopos 1 (diretas) e 2 (consumo de energia) frente a 2019, superando com oito anos de antecedência a meta de diminuição de 59% até 2033, aprovada pela Science Based Targets initiative (SBTi). O resultado consolida os avanços da Companhia na sua agenda de descarbonização, impulsionada pelo consumo de biocombustíveis, redução dos combustíveis fósseis e investimentos em fontes renováveis de eletricidade. 

 

Em 2023, a Motiva foi a primeira empresa do setor de infraestrutura de mobilidade a ter as metas de redução das emissões aprovadas pela SBTi. Entre os compromissos assumidos está a diminuição das emissões de escopos 1 e 2 em 59% até 2033, tendo 2019 como ano-base. Além disso, em 2024, a Companhia também assumiu o compromisso de neutralidade carbônica nos escopos 1 e 2 até 2035, como parte das ações previstas na estratégia Ambição 2035. 

 

A redução das emissões contempla as recentes mudanças no portfólio de ativos da Motiva, com o encerramento da operação de Barcas e a conquista das concessões aeroportuárias e rodoviárias (Motiva Paraná e Sorocabana), das Linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, de trens, e do VLT Carioca. Com exceção de Barcas, as emissões dos demais ativos não constavam nos cálculos do ano-base de 2019. 

 

Com os ajustes, a Motiva reduziu em 61% as suas emissões de escopos 1 e 2, de 66,499 mil toneladas de carbono equivalente (ton CO2e), em 2019, para 25,859 mil ton CO2e ao final de 2025. Na comparação entre 2024 e 2025, a diminuição foi de 25%. Para alcançar esses resultados, a Companhia zerou as suas emissões de escopo 2 ao final de 2024, graças ao fato de que 100% dos seus ativos passaram a ser supridos apenas com energia elétrica oriunda de fontes renováveis. 

 

“Ao estabelecer metas alinhadas à ciência, a Motiva assume responsabilidade direta na transição para uma economia de baixo carbono. A redução de 61% das emissões em 2025 reflete a implementação das ações previstas em nosso plano de transição, e sabemos que ainda há muito desafios relevantes a vencer nos próximos anos, o que exigirá a adoção de novas iniciativas e a manutenção das boas práticas já consolidadas”, afirma a diretora de Sustentabilidade da Motiva, Juliana Silva. 

  

 

Aposta em energia elétrica limpa e renovável 

 

Para zerar as suas emissões de escopo 2, a Motiva vem ampliando o consumo de fontes renováveis em seus ativos. Para ter 100% dos ativos movidos apenas por energia renovável, a Companhia está investindo na produção própria de energia em diferentes modalidades e migrou as suas operações para o mercado livre, com a assinatura de contratos associados à aquisição de certificados de energia renovável (I-RECs). 

 

No final de 2024, a Motiva também se tornou sócia de três usinas eólicas no Piauí, que fazem parte do Complexo Otis. Essa iniciativa foi o primeiro projeto de autoprodução por equiparação da Companhia, e abastece as operações da plataforma de Trilhos no estado de São Paulo, fornecendo energia limpa para as linhas 4 (ViaQuatro), 5 e 17 (ViaMobilidade), de metrô, e linhas 8 e 9 (ViaMobilidade), de trens. 

 

Além da energia elétrica mais limpa, outra iniciativa é o uso de biocombustível na frota leve própria. Em 2025, o etanol já era o combustível exclusivo de 92,4% dos veículos da Motiva. 

 

 

Plano de transição para a economia de baixo carbono 

 

Com a redução de 61% ao final de 2025, a Motiva construiu um plano de transição para manter as emissões dentro da meta da SBTi. Neste sentido, a Companhia tem dois desafios principais: 1) manter as emissões de escopo 2 zeradas, o que será obtido com a continuidade da estratégia de consumir energia elétrica apenas de fontes renováveis, e 2) avançar na redução das emissões de escopo 1. 

 

A estratégia também considera as perspectivas de crescimento da Motiva no médio e longo prazo. Isso porque que, nos últimos dois anos, a Companhia conquistou três novas concessões de rodovias (Motiva Rodovias, Sorocabana e Fernão Dias), com possibilidade de obter novos ativos em 2026, e novas estações de metrô vão entrar em funcionamento nos próximos anos no Metrô Bahia, na Linha 4-Amarela (SP) e na Linha 5-Lilás (SP), além da assunção da operação da Linha 17-Ouro (SP). 

 

Atualmente, combustíveis móveis e fugitivos representam 59% e 35%, respectivamente, das emissões de escopo 1 da Motiva. Por conta disso, a estratégia montada pela Diretoria de Sustentabilidade prevê algumas alavancas de descarbonização, que são: acelerar a eletrificação da frota operacional (como guinchos leves e ambulâncias), expandir o uso de combustíveis de baixo carbono (para veículos que não podem ser eletrificados) e adotar sistemas de refrigeração mais eficientes em suas operações metroferroviárias, tanto nos vagões quanto nos prédios. 

 

Todas essas iniciativas estão diretamente conectadas ao pilar estratégico “Redução do Risco Climático e da Pegada Ambiental”, que integra o eixo “Liderança Sustentável” da Ambição 2035, estratégia de longo prazo da Motiva. A implementação e execução deste plano de transição é acompanhada pelo Comitê Interno de Sustentabilidade, que tem a participação dos membros da diretoria-executiva e dos sponsors dos cinco pilares estratégicos do eixo de sustentabilidade.  

 

 

Sobre a Motiva I Maior empresa de infraestrutura de mobilidade do Brasil, atua nas plataformas de Rodovias, Trilhos e Aeroportos. São 39 ativos, em 13 estados brasileiros e 16 mil colaboradores. A Companhia é responsável pela gestão e manutenção de 4.475 quilômetros de rodovias, realizando cerca de 3,6 mil atendimentos diariamente. Em Trilhos, por meio da gestão de metrôs, trens e VLT, transporta anualmente 750 milhões de passageiros. Em Aeroportos, com 17 unidades no Brasil e três no exterior, atende aproximadamente 45 milhões de clientes anualmente. Foi a primeira empresa a abrir capital no Novo Mercado da B3 e compõe há 14 anos o hall de sustentabilidade da B3. 

 

 

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